18 anos de evolução profissional: da programação aos 10 anos ao mentor tecnológico de hoje
Aos 4 anos, começou a mexer em computadores e chegou até a quebrar um. Curiosidade inicial que moldaria toda sua trajetória.
Antes dos 10 anos, fez macros no Excel para sua mãe usando Visual Basic, embora não considerasse isso programação na época. Primeiro contato real com código.
Aos 10 anos, aprendeu Visual Basic em uma noite com o livro 'Aprendo Visual Basic em 21 dias' e criou seu primeiro OCX e DLL. Começou a explorar Delphi e criar pequenos jogos.
Entre 10 e 12 anos, desenvolveu diversos pequenos jogos, incluindo um Tetris de matemática. Explorou Delphi e Delphi X, consolidando lógica de programação aplicada a jogos.
Aos 14 anos, mergulhou em fóruns para criar servidor de Ragnarok, aprendendo extensivamente sobre redes, banco de dados, portas, firewall e DNS.
Aos 12 anos, criou um sistema completo de cadastro de alunos com fotos e busca rápida em Visual Basic e Access para resolver o problema de papéis desorganizados na escola da mãe.
Aos 15 anos, desenvolveu uma urna digital para eleição do grêmio estudantil com gráficos animados, contagem em tempo real e sistemas de segurança. Utilizada por mais de 10 anos consecutivos.
No Jornal Cidade Itapevi, criou vídeos em stream e protótipo de streaming ao vivo na câmara municipal - um ano antes do YouTube chegar ao Brasil (2007).
Aos 17 anos, automatizou a criação de 'santinhos' políticos usando scripting no Photoshop e Excel, transformando processo manual em automático.
Aos 18 anos, trabalhando com Flex e J2ME, automatizou organização de anos de dados para Receita Federal com macro no Excel, transformando dias de trabalho em horas.
Primeira experiência em time de programadores. Participou da criação de layout para cheques e aprendeu leitura dinâmica de código observando colegas como Choi.
Trabalhou com J2ME em dispositivos limitados. Recriou interpretador SQL usando expressão regular gigante em arquivo RMS e adaptou compressão ZIP em baixo nível com poucos KB de memória.
Aos 22 anos na Sigma, ajudou a criar sistema inovador de portaria virtual no iPad para controle de acesso de domínios.
Aos 24 anos, enfrentou depressão profunda de quase 3 anos. Após tocar o fundo do poço, 'renasceu das cinzas', largou vícios e comprou uma Kombi com sonho de se tornar nômade.
Desenvolveu sozinho o jogo 'Fun Kids' em Unity com C#, concorrente do Play Kids, começando com MacBook emprestado e entregando para equipe de 5+ pessoas.
Largou a programação, morou em sítio e se tornou terapeuta, descobrindo o valor da inteligência emocional, gestão de conflitos e facilitação em grupo.
Entre 29-30 anos, ficou cego do olho direito. Seguindo intuição, ingressou na Facilita Social criando plataforma de gamedeck que unia conhecimentos tecnológicos e terapêuticos.
Ingressou na Gardens (governança blockchain), evoluindo de $5/hora para $50/hora. Liderou Gardens v2 que ganhou 1º lugar em hackathon da 1Hive.org, enquanto viajava pelo Brasil trabalhando remotamente.
Recebeu 'chamado' para compartilhar conhecimentos. Co-criou 'Flir para Web3', mantém canal no YouTube com lives diárias (140+ dias consecutivos) e oferece mentoria.
Áreas técnicas de atuação e pesquisa
Uma seleção dos projetos mais impactantes e inovadores ao longo da jornada
Desenvolvida em Visual Basic aos 15 anos, esta urna digital incluía gráficos animados, contagem de votos em tempo real, sistemas de segurança multicamadas e transparência através da impressão do código-fonte. O sistema foi tão bem sucedido que foi utilizado por mais de 10 anos consecutivos nas eleições do grêmio estudantil.
No Jornal Cidade Itapevi, desenvolveu uma solução completa de streaming que incluía transmissão ao vivo da câmara municipal, sistema de vídeos sob demanda e player customizado em Flash. Esta inovação aconteceu em 2006, um ano inteiro antes do YouTube chegar ao Brasil em 2007.
Desenvolvido completamente sozinho usando Unity e C#, começando apenas com um MacBook emprestado após superar depressão profunda. O projeto cresceu tanto que eventualmente foi entregue para uma equipe de mais de 5 pessoas para dar continuidade. O jogo incluía múltiplos mini-games educativos, sistema de progresso gamificado e interface intuitiva para crianças. Representou um marco de 'renascimento' profissional após período difícil.
Liderou o desenvolvimento da segunda versão da Gardens, uma plataforma inovadora de governança blockchain. O projeto envolveu smart contracts, interfaces Web3, sistemas de votação descentralizada e integração com múltiplas blockchains. A versão 2.0 foi tão inovadora que ganhou o primeiro lugar em um hackathon da 1Hive.org.
Plataforma que unia conhecimentos tecnológicos e terapêuticos em uma experiência gamificada.
Sistema de automação para criação em massa de material publicitário político.
Sistema de layout para cheques em ambiente de equipe de programadores.
Criatividade extrema: recriou interpretação de SQL em dispositivo móvel limitado.
Como posso ajudar você ou sua empresa a inovar

Felipe Novaes Rocha é desenvolvedor e pesquisador de tecnologias emergentes com mais de 18 anos de experiência profissional em inovação digital. Desde os 10 anos, explora códigos e ideias, desenvolvendo profundo conhecimento em diversas linguagens e frameworks.
Atuou como nômade digital por 4 anos, desenvolvendo projetos remotamente pelo Brasil em uma KombiHome, combinando trabalho remoto com aventura e autoconhecimento.
Sua abordagem agnóstica em linguagens permite adaptar soluções para cada desafio, sempre priorizando eficiência e inovação. Além da atuação técnica, Felipe é Terapeuta e Mediador de Conflitos, agregando uma perspectiva humana única à gestão de projetos e equipes.
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